A Polícia Civil iniciou uma investigação após o descobrimento de um feto enterrado no quintal de uma residência localizada em Ponta Grossa, cidade situada a 100 km de Curitiba, nos Campos Gerais do Paraná. A situação veio à tona na quarta-feira, 2 de setembro, quando um agente de saúde alertou as autoridades sobre o ocorrido.
De acordo com as informações disponíveis, a mãe, uma mulher de 29 anos, teria sofrido um aborto e enterrado o feto no terreno da propriedade. Relatos indicam que a própria mulher informou a um agente de saúde sobre a sepultura do feto em seu quintal, o que levou à intervenção policial.
Após a denúncia, equipes da Polícia Civil e da Polícia Científica se deslocaram até o local para realizar a perícia e coletar evidências que possam auxiliar na elucidação do caso. A investigação visa compreender as circunstâncias que levaram ao aborto e o que ocorreu em seguida, incluindo as razões que motivaram o enterro do feto na residência.
O delegado Gustavo Timossi, que está à frente do caso, destacou que a equipe busca entender o motivo do aborto. "Estamos trabalhando com várias hipóteses. A mulher irá prestar esclarecimentos e, a partir disso, teremos os próximos desdobramentos da investigação", afirmou.
Até o momento, a Polícia Civil não chegou a uma conclusão sobre as circunstâncias envolvendo o caso. Os investigadores aguardam os depoimentos da mulher e de seus familiares, além dos resultados dos exames realizados pela Polícia Científica. Esses elementos podem ser cruciais para esclarecer as causas da morte do feto e a sequência de eventos que se seguiram.
A apuração continua, e novas medidas poderão ser adotadas conforme o progresso da investigação. A sociedade aguarda respostas sobre um caso que levanta questões relevantes sobre saúde e direitos.














