Operação da Polícia Civil em Santa Catarina investiga uso de símbolos nazistas por estudante universitário
Estudante universitário em Florianópolis é denunciado por apologia ao nazismo após usar símbolos nazistas em rede social.
Operação Malta e denúncia contra universitário em Florianópolis
A apologia ao nazismo ganhou novo capítulo em Florianópolis no dia 13 de março de 2026, quando a Polícia Civil de Santa Catarina deflagrou a Operação Malta para investigar um estudante universitário que utilizava símbolos nazistas em sua biografia no Instagram. A Delegacia de Repressão ao Racismo e a Delitos de Intolerância (DRRDI/DEIC) cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do suspeito, recolhendo dispositivos eletrônicos que comprovam o uso da simbologia extremista.
Simbologia nazista usada pelo estudante e seus impactos na comunidade
Entre os símbolos identificados na investigação estavam a cruz de ferro alemã e as runas “Sig”, que remetem à organização paramilitar SS da Alemanha nazista. Essas imagens não apenas representam a ideologia nazista, mas também funcionaram como instrumento de intimidação e inquietação para colegas da faculdade e do ambiente de trabalho do jovem investigado. O uso desses símbolos em rede social revela a persistência de práticas neonazistas que ameaçam a convivência pacífica e o respeito à diversidade na sociedade.
Contexto mais amplo das operações contra neonazismo no Brasil
A Operação Malta não é um caso isolado. Ainda em março de 2026, a Polícia Civil de Santa Catarina realizou a Operação Salvaguarda após receber informações da Homeland Security Investigations, ligada à Embaixada dos Estados Unidos. Nessa ação, dois adolescentes foram identificados propagando simbologia neonazista e manifestando intenções de ataques em escolas. Um deles, em Blumenau, buscava instruções para fabricar explosivos, enquanto o outro, em Videira, discutia o uso de armas e treinamento tático, demonstrando o aumento do risco representado por extremistas nas redes sociais.
Repercussões e medidas de enfrentamento ao extremismo nas redes sociais
O caso do universitário de Florianópolis reforça a necessidade de um combate firme às manifestações de ódio e ao extremismo virtual, especialmente em ambientes acadêmicos e escolares. As autoridades policiais têm intensificado operações para identificar e responsabilizar indivíduos que disseminam ideologias nazistas, protegendo assim a integridade das instituições e a segurança da sociedade. Além disso, a sensibilização e educação sobre os perigos do neonazismo são ferramentas essenciais para evitar a propagação dessas crenças nocivas.
Importância da atuação conjunta entre autoridades nacionais e internacionais
A colaboração entre órgãos nacionais e internacionais, como a Polícia Civil de Santa Catarina e a Homeland Security Investigations, mostra-se eficaz no monitoramento e repressão de grupos neonazistas que atuam nas redes sociais e planejam ações criminosas. Essa articulação é fundamental para mapear redes de extremismo e impedir ataques que colocam em risco a vida de muitas pessoas, principalmente jovens estudantes. O acompanhamento contínuo dessas investigações contribui para a construção de um ambiente mais seguro e tolerante.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: PCSC














